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Reenquadramento

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Os papiloscopistas e técnicos em necropsia ameaçam paralisar as atividades durante a Copa.

Eles reivindicam o reenquadramento de carreira para nível superior e melhores condições de trabalho. Os profissionais realizam assembleia geral nesta quinta-feira (29) e a tendência é que o movimento delibere pela paralisação, caso o governo não atenda a categoria. Os profissionais são responsáveis pela expedição de Registro Geral  (RG),  pela liberação de corpos para os familiares (identificação cadavérica) e a emissão dos laudos de óbitos.

Conforme o presidente do Sindicato dos Peritos Papiloscopistas de Mato Grosso (SINPP), Idejair Macencio, que também representa os técnicos em necropsia, a principal reivindicação é a exigência de escolaridade em Nível Superior para a categoria. Ressalta que o pedido é para o próximo concurso público, que será realizado no ano que vem, e que prevê a entrada de novos profissionais. ‘’Nossa reivindicação não é salarial, até porque o salário é bom. O que pedimos é apenas o reenquadramento da carreira. E isso não vai onerar o governo’’.

Macencio disse que há uma forte tendência dos trabalhadores deliberarem pela greve em todo Estado. ‘’E nós não vamos parar somente 30 ou 40%. Vai ser 100%. Quem sabe assim o governo reconhece a importância da categoria’’.

Ressaltou que os papiloscopistas, por exemplo, são responsáveis pela expedição do RG para os cidadãos em todo território mato-grossense e também pela expedição das carteiras funcionais para funcionários ligados às secretarias de Segurança Pública, Justiça e Direitos Humanos e Procon. ‘’No IML, os profissionais são responsáveis pela liberação do corpo para familiares e pela perícia papiloscópiaca em local do crime para apurar crimes contra o patrimônio e crimes contra pessoa’’.

A secretaria de Estado de Administração (SAD), por meio da assessoria, informou que o reenquadramento da categoria para o nível superior é ilegal. Explicou que a profissão foi criada para Ensino Médio e que se houver a alteração para Nível Superior, para o próximo concurso, os funcionários mais antigos também irão exigir os mesmos salários dos novos contratados. A Secretaria de Administração também informou que tal mudança foi analisada pela procuradoria Geral do Estado (PGE), que deu parecer contrário ao reenquadramento.

Fonte: Jornal A Gazeta

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